quinta-feira, 15 de abril de 2010

És ou não és?...


Oh Tempo, volta p'ra trás!



O que foste já não és e o que és não voltarás a ser...



Deixaste de agir como um criança inocente para passares a ser um jovem delinquente.



Agora és tal e qual o teu pai, figura que abominavas e que nunca te levaria a querer ser como ele, as coisas mudam...



Mudam tanto que já não reconheces quem és, quando te olhas no espelho e vês a triste figura em que te tornaste. És agora o que não serás amanhã, nem foste ontem!



Onde é que irá parar essa tua constante mudança!?



Será que há de haver um dia em que possas olhar para ti e ver que...



Afinal...



Sempre foste assim!...



És!



E sempre serás aquilo que pensas, aquilo que dizes e aquilo que fazes!


domingo, 11 de outubro de 2009

?




Algo na minha mente se esconde frequentemente, a minha inocência...

Onde se esconde e em que recantos do meu cérebro se perde?

Será que a perdi? Ou simplesmente a escondi para ninguém a poder ver?


domingo, 26 de abril de 2009

Assim não quero brincar!


Não fales assim p'ra mim!
Magoas-me com o teu olhar!...
Assim não quero falar...
Não julgues que sou sempre assim!
Não digas que o defeito vem de mim!
Tenta parar para pensar em vez de imaginar as coisas!
Primeiro observa com atenção aquilo que eu te digo, assim como o que te faço.
Depois sim, fala p'ra mim!
Mas por favor, não me crucifiques!...

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Vem comigo

Há coisas que não saram
basta o simples facto de nunca terem sido feridas
e se não há nada para sarar
porquê que se fala tanto nisso?

Acredito agora que o stress 
não é um resultado de algo mas sim esse mesmo algo.
E não é um algo qualquer, é um algo que significa fraquesa humana.

Contos de irritar I




Sábado. Acordo às oito e qualquer coisa com uma sms de uma gaja que me dizia trinta por uma linha.  Caguei... Voltei a dormir.

Acordo novamente às 20:35 precisamente com o meu pai a foder-me a cabeça de eu não ter ido aos treinos. Caguei... Adormeci.

30 minutos depois aparece o pessoal. Basamos e acabei por estar dois dias acordado sempre em altas. Fomos a todo o lado! Tivemos com todas as pessoas fixes! Fumamos toda a droga do melhor! Aconteceram cenas meu! Não tás bem a ver... Olha, um gajo aparece-me a frente, não tás bem a ver... Todo fudido! A pedir cenas. Olha disse-lhe que não tinha, o gajo aproxima-se tás a ver e eu dei lhe logo assim um dark size force into da céus e fodio todo! Todo! 

O outro: - Epá brutal meu! Grande cena... Olha uma vez, a min...

Oh! Mas pera!! Ainda não acabei! Derrepente vem a bófia e atrofia connosco e nós atrofiamos também e foda-se que cena meu... Que atrofio do caralho.

O outro: Imagino...

quarta-feira, 11 de março de 2009

"i shall know no fear..."




O titulo é o meu tributo a ti meu caro "colega" (Empresa: familia). Tens o instino expiritual ligado ao acto.




Excertos resultantes de um esforço para lutar contra a inércia:




"A escrita deprime-me


A escrita constrói-me


Sem a escrita,


a cabeça dói-me."




"Adoro os bilhetes de ida e de volta. A certeza de que vou e volto. A possibilidade de fugir sabendo que seremos apanhados. O consentimento existe."




"A noção de espaço aflige a memória que se afirma como curta."




A imagem que introduzi, poderá não ter qualquer ligação (aparente) com tudo o resto. Obrigado




Atenciosamente,




Eu.


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sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Whereabouts: Unknown


Vejo as estrelas a rirem-se.
A luz é verdadeira e quente. Ao mesmo tempo, tento descortinar o que elas reservarão para uma entidade ainda não existente, nos seus desígnios envoltos em mistérios de benevolência.

Oh! And i hope for the stars to be right, for than i shall know no fear...

Ponho Mogwai a tocar, para facilitar a entrada de um transe verdadeiro, e talvez salpique o peito com cera ardente e sedenta de conhecimento, numa tentativa talvez futil de perceber os padrões precognitivos, na amalgama de caos.

Oh! And i hope for the wax to be right, for than i shall know no fear...

Penso. Penso ainda outra vez. Penso para tapar a ferida, novamente aberta. E sei que nada neste mundo é definitivo se não durar o suficiente para ser importante. Parece que não o é. No entanto, se o que tenho a dizer é menos importante que o silêncio, vou-me manter calado.

Oh! And i hope for this thought to be right, for than i shall know no fear...

Só porque algo foi discartado, não significa que deixou de ser util. Apenas viveu mais que a imaginação do seu dono. And hence, one man's trash, another's treasure. One women's toy, another's lover.

Oh! And i wish for the feeling to be right, for than i shall know no fear...

E sei, acima de tudo, que não é o tamanho do mar, mas sim as onda do oceano. Talvez até seja mais importante que o silêncio, aquele som ronronante que nos entorpece e faz vibrar. O momento anterior à tempestade, em que nos apercebemos que alguem vai interferir com o nosso ritmo, a nossa música, para dexar a sua marca nunca mais ouvida, e sair deixando um espaço vazio.

Oh! And i hope for the music to be right, for than i shall know no fear...

E este será mesmo o ultimo sorriso que fingirei, para poder ver. Apesar de nunca mais vir a sentir como me sinto, pois cada momento é único, não virarei as costas, e não serei ignorado.

Deambular pelo caos, é, afinal, produtivo.



Always learning, 'till another night
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