domingo, 11 de outubro de 2009

?




Algo na minha mente se esconde frequentemente, a minha inocência...

Onde se esconde e em que recantos do meu cérebro se perde?

Será que a perdi? Ou simplesmente a escondi para ninguém a poder ver?


domingo, 26 de abril de 2009

Assim não quero brincar!


Não fales assim p'ra mim!
Magoas-me com o teu olhar!...
Assim não quero falar...
Não julgues que sou sempre assim!
Não digas que o defeito vem de mim!
Tenta parar para pensar em vez de imaginar as coisas!
Primeiro observa com atenção aquilo que eu te digo, assim como o que te faço.
Depois sim, fala p'ra mim!
Mas por favor, não me crucifiques!...

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Vem comigo

Há coisas que não saram
basta o simples facto de nunca terem sido feridas
e se não há nada para sarar
porquê que se fala tanto nisso?

Acredito agora que o stress 
não é um resultado de algo mas sim esse mesmo algo.
E não é um algo qualquer, é um algo que significa fraquesa humana.

Contos de irritar I




Sábado. Acordo às oito e qualquer coisa com uma sms de uma gaja que me dizia trinta por uma linha.  Caguei... Voltei a dormir.

Acordo novamente às 20:35 precisamente com o meu pai a foder-me a cabeça de eu não ter ido aos treinos. Caguei... Adormeci.

30 minutos depois aparece o pessoal. Basamos e acabei por estar dois dias acordado sempre em altas. Fomos a todo o lado! Tivemos com todas as pessoas fixes! Fumamos toda a droga do melhor! Aconteceram cenas meu! Não tás bem a ver... Olha, um gajo aparece-me a frente, não tás bem a ver... Todo fudido! A pedir cenas. Olha disse-lhe que não tinha, o gajo aproxima-se tás a ver e eu dei lhe logo assim um dark size force into da céus e fodio todo! Todo! 

O outro: - Epá brutal meu! Grande cena... Olha uma vez, a min...

Oh! Mas pera!! Ainda não acabei! Derrepente vem a bófia e atrofia connosco e nós atrofiamos também e foda-se que cena meu... Que atrofio do caralho.

O outro: Imagino...

quarta-feira, 11 de março de 2009

"i shall know no fear..."




O titulo é o meu tributo a ti meu caro "colega" (Empresa: familia). Tens o instino expiritual ligado ao acto.




Excertos resultantes de um esforço para lutar contra a inércia:




"A escrita deprime-me


A escrita constrói-me


Sem a escrita,


a cabeça dói-me."




"Adoro os bilhetes de ida e de volta. A certeza de que vou e volto. A possibilidade de fugir sabendo que seremos apanhados. O consentimento existe."




"A noção de espaço aflige a memória que se afirma como curta."




A imagem que introduzi, poderá não ter qualquer ligação (aparente) com tudo o resto. Obrigado




Atenciosamente,




Eu.


.

.

.